Justiça afasta professor investigado por importunação sexual em Ivinhema

Decisão atende pedido do MPMS e impõe medidas cautelares para proteger alunas menores de idade

Da Redação


A Justiça determinou o afastamento cautelar de um professor da rede estadual de ensino em Ivinhema, após pedido do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 2ª Promotoria de Justiça do município. O caso envolve investigação sobre possível crime de importunação sexual.

Segundo o Promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, o procedimento tramita sob sigilo para preservar a identidade dos envolvidos e evitar qualquer exposição das vítimas. A pedido da Promotoria, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) acompanha as estudantes, oferecendo assistência psicológica e avaliando a necessidade de apoio adicional.

A medida foi solicitada ao Juízo das Garantias diante da necessidade de proteger as alunas e preservar o ambiente escolar. O MPMS defendeu o afastamento imediato do investigado da função pública enquanto as apurações seguem em andamento.

Ao analisar os elementos apresentados, o magistrado acolheu integralmente o pedido do Ministério Público. Além do afastamento das atividades, foram impostas medidas cautelares, como a proibição de aproximação das vítimas, com limite mínimo de distância, e a vedação de qualquer contato, inclusive por meios indiretos.

Conforme apurado, os fatos investigados envolvem alunas menores de idade e teriam ocorrido no contexto escolar. Para o MPMS, a gravidade das circunstâncias e a posição de autoridade exercida pelo professor justificam providências imediatas para prevenir novas ocorrências e garantir a tranquilidade das possíveis vítimas.

O Ministério Público reforça que as medidas são cautelares e não representam julgamento antecipado. O objetivo é assegurar a condução adequada das investigações e a proteção das pessoas envolvidas.

O caso segue em apuração e novas diligências poderão ser realizadas conforme o avanço das investigações.

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