Comerciários de Capital querem 3% de aumento real


Os empregados no comércio varejista e em concessionárias de veículos de Campo Grande querem 3% de aumento real, acima do acumulado da inflação dos últimos 12 meses que antecedem o mês de novembro, data base das categorias. Esses números já foram encaminhados às respectivas classes patronais pelo SECCG (Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande).

“Somos conscientes de que a crise econômica está aí, mas também, que ela será passageira. Por isso estamos reivindicando 3% de aumento real, além do percentual equivalente ao acumulado da inflação dos últimos 12 meses”, informa Nelson Benitez, vice-presidente do sindicato dos comerciários.

O acumulado da inflação no período, deverá ficar em torno de 9,8%. Além desse percentual de repasse, os comerciários querem ganho real de 3%. Esta semana o SECCG se reuniu com a classe patronal do comércio varejista de Campo Grande, mas não fechou acordo, por enquanto.

Nelson Benitez considera normal não fechar nas primeiras reuniões, visto que a classe patronal também discute entre si as reivindicações. “Não temos dúvida de que no final, aprovaremos os 3% de ganho real, acima do acumulado da inflação, tanto para os empregados no comércio varejista como para junto às concessionárias de veículos de nossa cidade”, explica.

O presidente do SECCG, Idelmar da Mota Lima, que preside também a Força Sindical em Mato Grosso do Sul, também não tem dúvida de que as Convenções Coletivas de Trabalho, negociadas com as classes patronais do comércio de Campo Grande, avançarão em benefícios para os trabalhadores do comércio varejista e de concessionárias de veículos. “Não tenho dúvida de que nossos trabalhadores terão seus salários corrigidos pela inflação e mais um ganho real de 3% como estamos reivindicando”, informa.

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