Verruck ressalta que ações estruturantes contribuem para melhor renda da população

Levantamento do Cempre mostra Mato Grosso do Sul com renda média de R$ 3.798,16, atrás apenas de DF, RJ, SP e RS

Da Redação


Mato Grosso do Sul aparece com a 5ª maior renda média do país, conforme relatório da Estatística do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, referente a 2024, a renda média no Estado chegou a R$ 3.798,16. O desempenho coloca MS à frente de estados como Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Amazonas e Rondônia.

Na avaliação do economista e ex-secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, o resultado está relacionado ao cenário de baixa taxa de desemprego, ao elevado nível de formalização e à entrada de novas atividades econômicas, especialmente no setor industrial, que costuma apresentar remuneração média mais alta.

Mato Grosso do Sul aparece entre os cinco estados com maior renda média do país, segundo o IBGE - Foto: Reprodução

“Isso decorre da situação de baixa taxa de desemprego, elevado nível de formalização e entrada de atividades, como o próprio setor industrial, que normalmente tem um salário médio maior”, afirmou Verruck.

Para ele, ações estruturantes também ajudam a explicar o avanço da renda no Estado. Segundo o economista, a transformação da economia gera reflexos diretos no mercado consumidor e na qualidade de vida da população.

“Essa transformação da economia permite que tenhamos um ganho sobre o ponto de vista de renda e a consequência é o aumento do tamanho do mercado, consumo local e melhoria da qualidade de vida da população”, destacou Verruck, que atualmente é pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.

O ranking nacional é liderado pelo Distrito Federal, com renda média de R$ 6.845,13. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com R$ 4.501,35; São Paulo, com R$ 4.423,04; Rio Grande do Sul, com R$ 3.841,48; e Mato Grosso do Sul, com R$ 3.798,16.

Também figuram entre as dez maiores médias Santa Catarina, com R$ 3.777,35; Paraná, com R$ 3.731,30; Mato Grosso, com R$ 3.701,29; Amazonas, com R$ 3.627,07; e Rondônia, com R$ 3.615,18.

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