Delegado arbitrou fiança de R$ 81 mil contra motorista que matou ciclista em Batayporã

Ministério Público pediu homologação do flagrante, mas motorista obteve liberdade provisória sem pagamento da fiança

Da Redação


O delegado de plantão Luiz Quirino arbitrou fiança de 50 salários mínimos, equivalente a R$ 81.050, contra o motorista de 45 anos envolvido no acidente que resultou na morte do ciclista Cristian Benigno Centurion Chavez, de 21 anos, em Batayporã.

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O caso ocorreu no sábado (2), por volta das 19h40, na Avenida Brasil, região central do município. Conforme consta nos autos, a vítima seguia de bicicleta quando foi atingida por um Fiat Uno, com placas de Nova Andradina, conduzido por Hugo Carlos Arguello Martinez Roz.

Local do acidente na Avenida Brasil, em Batayporã, onde ciclista morreu após ser atingido por veículo conduzido por motorista que agora responde em liberdade - Foto: Redes sociais

Segundo o procedimento policial, o veículo trafegava no mesmo sentido da bicicleta e estaria em velocidade incompatível com a via. Com o impacto, Cristian foi arremessado ao solo e morreu ainda no local.

Após o acidente, o condutor foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. Na ocasião, a autoridade policial ratificou a prisão e arbitrou fiança no valor de 50 salários mínimos para que o motorista pudesse responder ao processo em liberdade.

Vítima, identificada como Cristian Benigno Centurion Chavez, de 20 anos, paraguaio - Foto: Redes sociais

Quando os autos foram remetidos ao Tribunal de Justiça, o Ministério Público Estadual se manifestou pela homologação da prisão em flagrante, apontando que o procedimento estava formalmente regular. O órgão também requereu a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, entre elas monitoramento eletrônico e suspensão cautelar da habilitação, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro.

Com a análise judicial, o motorista obteve liberdade provisória sem necessidade de pagamento da fiança arbitrada inicialmente pela autoridade policial. O caso segue em tramitação na Justiça.

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