Policial / Polícia
DRACCO participa de operação contra organização criminosa com atuação nacional
Da Redação
A Polícia Civil, por meio do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), participou na quinta-feira (27) da segunda fase da “Operação Efeito Helicóptero”, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco para desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, financiamento do tráfico e lavagem de dinheiro em escala nacional.
A ofensiva integra o Projeto Impulse, coordenado pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (DIOPI/SENASP), dentro do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC/MJSP). Esta é a 77ª Operação de Repressão Qualificada executada pela Polícia Civil pernambucana em 2025. A primeira fase ocorreu em outubro de 2023 e originou novos desdobramentos investigativos.
No total, foram cumpridos 29 mandados de prisão, 25 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de ordens de sequestro de bens e bloqueio de ativos financeiros, expedidos pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Recife (PE). Aproximadamente 100 policiais civis de Pernambuco participam da ação, com apoio de forças policiais de diversos estados.
Em Mato Grosso do Sul, a execução ficou sob coordenação do DRACCO, com suporte da Delegacia de Mundo Novo. Foram cumpridos um mandado de prisão temporária e busca e apreensão no Presídio Federal de Campo Grande; dois mandados de prisão e dois buscas e apreensões em Corumbá e um mandado de prisão temporária e busca e apreensão em Mundo Novo.
A atuação integrada reforça o papel do DRACCO na 3ª Operação RENORCRIM, conduzida pela Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento às Organizações Criminosas, em articulação com a SENASP e com a Diretoria Integrada de Operações e Inteligência.
O nome da operação faz referência a uma expressão utilizada na Espanha para descrever processos de lavagem de dinheiro em que os recursos ilícitos “somem de vista como um helicóptero”, tornando-se praticamente irrecuperáveis pelas autoridades. Nesta segunda fase, a investigação conseguiu identificar um dos fornecedores de drogas e um novo braço operacional da organização criminosa, ampliando o mapeamento da estrutura financeira e logística do grupo.
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