Fórmula 1: Entenda como funciona o orçamento das equipes

Para equilibrar diferenças e tornar o campeonato mais sustentável e justo, F1 implementou um teto orçamentário desde 2021, confira

Da Redação


Como funciona o orçamento da Fórmula 1? Entenda

A Fórmula 1 é considerada a principal categoria do automobilismo mundial. No entanto, o que muitos não sabem é que, por trás das pistas, existe uma complexa estrutura financeira que define os rumos de cada equipe.

Com o crescente interesse do público pelo esporte e pelo universo das apostas, opções de bônus sem depósito se popularizam entre fãs da Fórmula 1, ampliando o engajamento com as corridas. Jogue com responsabilidade.

Entender como funciona o orçamento das escuderias é essencial para compreender as estratégias e os desafios enfrentados fora das corridas de Fórmula 1.

Como funciona o orçamento na Fórmula 1?

Na Fórmula 1, existem equipes que contam com orçamentos bem elevados, enquanto outras operam com recursos significativamente mais modestos, como a Sauber, do brasileiro Gabriel Bortoleto. Essa disparidade financeira impacta diretamente o desempenho nas pistas, já que investimentos maiores possibilitam o desenvolvimento de carros mais competitivos.

Em contrapartida, para equilibrar essa diferença e tornar o campeonato mais sustentável e justo, a Fórmula 1 implementou em 2021 um teto orçamentário. A medida visa limitar os gastos das equipes, promovendo maior igualdade de condições e incentivando disputas mais equilibradas entre as escuderias.

A ideia original era estabelecer um teto orçamentário anual de US$ 175 milhões. No entanto, com os impactos causados na economia pela pandemia de COVID-19, a Fórmula 1 decidiu reduzir esse valor. Atualmente, o limite está fixado em US$ 135 milhões por temporada.

Dentro desse valor, estão inclusas todas as peças do carro, elementos necessários, equipamentos de garagem, sobressalentes, transporte, a maioria dos funcionários e custos operacionais.

Porém, existem situações que não estão incluídas no teto, como o salário dos pilotos e dos três funcionários mais bem pagos da equipe; marketing; custos de viagens; taxas de entrada e licença; bonificações para os funcionários, entre outros.

Portanto, embora o teto orçamentário represente um avanço importante em busca de maior equilíbrio na Fórmula 1, ele não é uma solução definitiva. As principais equipes ainda encontram brechas e estratégias para manter altos níveis de investimento e atrair os melhores profissionais do mercado, o que preserva, em parte, a vantagem competitiva dos times mais tradicionais.

Fórmula 1 volta para a Globo em 2026

A Liberty Media, empresa americana de mídia, entretenimento e esportes que controla os direitos de transmissões da Fórmula 1 entre outras modalidades, acertou o retorno da F1 para a Globo em 2026.

Vale destacar que o Grupo Globo foi a casa da Fórmula 1 por décadas, mas desde 2021 a Band tinha os direitos de transmissões. A emissora paulista até tentou uma renovação, inclusive, a proposta era maior, mas não chegaram a um acordo com a Liberty. Foram três propostas:

●       Globo: 8 milhões de dólares por temporada;

●       Band: 10 milhões de dólares por temporada;

●       Record: 13 milhões de dólares por temporada;

Mesmo com o menor valor, a Liberty optou por um acordo de três anos com a Globo, destacando que a emissora entrega mais visibilidade, já que contará com transmissões na TV Aberta, SporTV e GloboPlay.

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