Policial / Polícia
Everton 'Boi', ex-jogador da seleção brasileira de vôlei, é morto dentro de carro em Cuiabá
A suspeita é que Everton Pereira Fagundes da Conceição, conhecido pelo apelido de Boi, foi feito refém, pois o atirador estava no mesmo veículo, segundo a polícia
Da Redação
O ex-jogador de vôlei da seleção brasileira Everton Pereira Fagundes da Conceição, de 46 anos, conhecido pelo apelido de Boi, foi morto a tiros dentro do próprio carro, no Bairro República do Líbano, em Cuiabá (MT), na quinta-feira (10).
Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que o atirador, identificado como Idirlei Alves Pacheco, de 40 anos, estava no mesmo veículo que a vítima e teria feito Everton de refém. Ele foi atingido por três disparos.
Após ser baleado, o ex-atleta perdeu o controle da direção e bateu contra outro carro. O suspeito dos disparos fugiu logo em seguida e não foi localizado pela polícia até a última atualização desta reportagem.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Rogério Gomes, as informações preliminares indicam que o suspeito seria um ex-companheiro da mulher com quem a vítima estava se relacionando.
Conforme a Polícia Militar, uma mulher procurou a delegacia para relatar que seu ex-marido teria sequestrado Everton pouco antes do homicídio, utilizando o mesmo carro onde ele foi encontrado.
A investigação busca agora confirmar essa versão e identificar os envolvidos.
Suspeito
O delegado Rogério Gomes, da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa), afirmou em coletiva de imprensa na tarde dessa sexta-feira (11) que o empresário Idirley Alves Pacheco, de 40 anos, seria o autor dos disparos que mataram o ex-atleta Everton Pereira, planejou o crime motivado por ciúme. O suspeito acreditava que Everton mantinha um relacionamento com sua ex-companheira — fato que ainda está sendo investigado.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Rogério Gomes, Idirlei e Everton eram amigos. O suspeito seria dono da caminhonete onde o crime ocorreu e teria pedido para que o ex-jogador o levasse a um determinado local, como parte do plano para matá-lo. Ainda segundo o delegado, Idirlei é ex-companheiro da mulher com quem a vítima estava se relacionando e não aceitava o fim do relacionamento.
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