De repente não há mais nada,
Não há tempo para alegrias
E nem tristezas,
Nem erros,
Nem acertos.
De repente não há mais recomeços,
Não há culpa,
Não há perdão,
Nem liberdade,
Nem prisão.
De repente nada mais é palpável,
Nada é tangível,
Nada mais tem cor,
Não se vê mais a beleza,
Nem a dor.
De repente findou-se o infinito,
Não tem mais a vida,
Nem futuro há mais,
Somente o que se passou
E o que ficou para trás.
*Estudante de contabilidade, morador em Nova Andradina e autor de livros
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal da Nova
Cobertura do Jornal da Nova
Quer ficar por dentro das principais notícias de Nova Andradina, região do Brasil e do mundo? Siga o Jornal da Nova nas redes sociais. Estamos no Twitter, no Facebook, no Instagram, Threads e no YouTube. Acompanhe!





