Mulher morta estaria fugindo de Ponta Porã após ameaças

Juana tinha ligações com narcotraficantes, diz jornal

Da Redação


Policiais que investigam a morte de Juana Bautista Torres Vera de 41 anos, morta na tarde desta segunda-feira (7), no centro de Ponta Porã, acreditam que ela e o filho, de 16 anos, estavam deixando a fronteira quando foram alcançados pelos assassinos. A Delegada Dra. Analú Lacerda da Polícia Civil de Ponta Porã, disse que a mulher já tinha registrado alguns boletins de ocorrências devido às ameaças que vinha sofrendo.

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Segundo o “MS em Foco”, no carro foram encontradas malas e vários pertencem dos dois e assim que se recuperar o filho da vítima que levou um tiro nas costas e outros em um dos braços, deve ser ouvido para ajudar a esclarecer o crime. O estado de saúde dele inspira cuidados, mas não corre risco de morte.

 

Juana foi morta no começo da tarde desta segunda-feira, quando estava parada no semáforo da rua Duque de Caxias, esquina com avenida Brasil no centro de Ponta Porã, acompanhada pelo filho em uma Toyota/SW4 com placas de Ponta Porã, e os pistoleiros efetuaram dezenas de tiros.

 

Juana e o filho dela foram levados para o Hospital Regional de Ponta Porã, mas a mulher morreu quando era atendida.

 

Ligações com o narcotráfico

Uma fonte revelou ao “Campo Grande News” que Juana mantinha casos com integrantes do crime organizado e agia como agenciadora de encontros amorosos, também a serviço de criminosos. “Era correria dos narcos”, afirmou a fonte.

Segundo pessoas da fronteira, ela foi companheira de um policial civil de Ponta Porã, mas os dois estavam separados há pelo menos dois anos. Após a separação, Juana se casou com outro homem, um cidadão paraguaio, que morreu recentemente.

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