Policial / Polícia
Morador de Batayporã é suspeito de fazer parte de organização criminosa em Rosana
Ação é realizada em Rosana (SP), cidade distante aproximadamente 75 quilômetros de Nova Andradina
Da Redação
A Operação Judas Iscariotes, deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público Estadual, chegou a sua 3ª fase com mais oito pessoas envolvidas. A ação é realizada em Rosana (SP), cidade distante aproximadamente 80 quilômetros de Nova Andradina. Um dos envolvidos é residente em Batayporã, conhecido como Paletó.
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Nesta etapa, o inquérito levou a Justiça a acatar os “fortes indícios da participação dos representados na prática dos crimes de tráfico de entorpecentes e na formação de organização criminosa”.
Desta forma, foram decretadas as prisões preventivas de Anderson Aparecido dos Santos (“Meia Luz”), Jhonathan Alves Martins (“Cassaco”), Lucas Alves da Costa (“Cozido”) e Fábio Mendes da Conceição (“Munrá”).
A relação alusiva à 3ª fase da Operação Judas Iscariotes traz ainda os nomes dos acusados Anderson de Melo dos Santos (“Paletó”) morador de Batayporã, Moisés Francisco da Silva (“Lobó”), Cidimar Ribeiro (“Cid”) e Cícero Silva Dias.
Investigação
Conforme o Jornal da Nova teve acesso, Anderson Paletó, mesmo residindo em Batayporã, sempre aos finais de semana estava em Rosana e Primavera, onde exercia a função de segundo homem da organização criminosa, ficando abaixo apenas de Fábio Munrá. Paletó, além de estar negociando automóvel produto de crime, o qual era mantido oculto na posse de “Anderson Meia Luz”, era o responsável por adotar as providências visando resolver os conflitos decorrentes do tráfico de drogas.
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(...) Nessa conversa Anderson Paletó chega a dizer que irão resolver o problema de “bonde formado” e que irão “meter a 380 dele na boca” do indivíduo e tomar o seu revólver, diz trecho das investigações.
Ainda segundo as investigações, a conversa obtida em seu celular reforça o envolvimento direto no tráfico de drogas.
“Vamos pra bala. Vamos negociar e mercadoria. Mas temos que arruma alguém pra subir com ele alguém q não entrega nois. A caminhada tá aqui perto. [mensagem recebida de “Paleto”].
(...) Todo mundo da pegando da mesma aqui e ninguém ta reclamando não po, aí só esse maluco lá, que fez essas ideia ai e falou que o bagulho não era bom pá e pum e meteu o revolver no moleque, doido.
Patentes, desse modo, os indícios de seu envolvimento na organização criminosa”, finaliza relatório investigativo da Polícia Civil.
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